Até 29 de outubro, 724.414 motoristas não pagaram tarifas de pedágios eletrônicos do sistema free flow, de acordo com o Ministério dos Transportes.
Esses motoristas têm até 16 de novembro para regularizar a situação e evitar uma multa de R$ 195,23 e a perda de cinco pontos na CNH.
O processo de cobrança do pedágio eletrônico é feito automaticamente através de pórticos, dispensando o uso de cancelas, o que agiliza o trânsito nas rodovias.
Prazo para pagamento e consequências do não pagamento
De acordo com o Ministério dos Transportes, até o dia 16 de novembro de 2026, 724.414 motoristas precisam quitar as tarifas do pedágio eletrônico free flow para evitar multas. Caso esses motoristas não regularizem suas pendências antes do prazo, eles estarão sujeitos a uma multa de R$ 195,23 e ao acréscimo de cinco pontos na CNH.
Os motoristas que já foram penalizados por não pagamento podem solicitar um reembolso, uma vez que ocorreram mais de 2,6 milhões de multas suspensas pelo governo para permitir a adaptação ao novo sistema. O não pagamento do pedágio é considerado uma infração grave, o que ressalta a importância da regularização dentro do prazo estipulado.
É essencial que os motoristas se atentem a esse prazo, já que o procedimento de pagamento é facilitado pelo acesso a aplicativos que permitem consultar suas passagens e quitar dívidas de forma prática.
Como consultar e pagar tarifas do free flow
Para consultar as passagens registradas pelo free flow, o motorista deve acessar o aplicativo CNH do Brasil. O processo é simples e inclui os seguintes passos:
- Abrir o aplicativo;
- Tocar na opção “Veículos”;
- Selecionar o veículo da lista exibida;
- Clicar na opção “Pedágio eletrônico”.
Nessa seção, o motorista pode verificar as passagens realizadas e realizar o pagamento diretamente pelo canal da concessionária. Se o motorista identifica alguma cobrança errada, também poderá contestar a notificação.
É importante frisar que o sistema free flow opera sem a necessidade de paradas nos pórticos, ideal para otimizar o fluxo de tráfego e evitar congestionamentos, sendo uma solução cada vez mais adotada em rodovias estaduais e federais.



