A Chevrolet levou 80 unidades do modelo Zafira, fabricadas no Brasil, para o lançamento do veículo em Lisboa, Portugal. As unidades estavam emplacadas em São Caetano do Sul e foram escolhidas para um evento exclusivo em abril de 2001.
Na época, a GM do Brasil aproveitou a valorização do real, que estava em torno de R$ 2 em relação ao euro, facilitando o custo da viagem para cerca de 1.500 pessoas, incluindo concessionários e jornalistas. Com isso, o produto nacional seria destacado em um mercado europeu onde o modelo também era vendido pela Opel.
O evento contou com a presença de aproximadamente 600 concessionários e 150 jornalistas, que puderam testar o modelo em Portugal, algo inédito para o lançamento de um carro brasileiro. A operação foi estrategicamente planejada para que os veículos chegassem a tempo e fossem utilizados durante o test drive pelas ruas portuguesas.

O lançamento da Zafira em Portugal
A Chevrolet decidiu apresentar a Zafira brasileira em Portugal em abril de 2001, realizando o lançamento do modelo na capital portuguesa. Para esse evento, a montadora enviou aproximadamente 80 unidades da Zafira, todas fabricadas em São José dos Campos e com placas de São Caetano do Sul. O objetivo era oferecer uma experiência de test-drive em um cenário europeu, atraente e propício para os convidados.
Em meio a um clima econômico favorável, onde o real estava próximo de R$ 2 em relação ao dólar e euro, muitos brasileiros consideravam uma viagem à Europa como uma alternativa acessível a férias em destinos nacionais. Portanto, a Chevrolet aproveitou essa oportunidade para convidar cerca de 1.500 pessoas para o evento, que incluía jornalistas e concessionários.
A operação logística da GM
Com o planejamento minucioso da GM, a “Operação Lisboa” foi um sucesso em termos logísticos. Os carros foram enviados de navio, antecipando-se a quaisquer atrasos imprevistos que poderiam comprometer o evento. Cada Zafira foi designada para ser testada por dois jornalistas durante a sua estadia em Lisboa.
Antes do evento, a GM garantiu que os veículos enviados eram exclusivos para o mercado brasileiro, já que a versão europeia da Zafira apresentava diferenças significativas, como a motorização ausente da opção 2.0. Essas adaptações tornaram a Zafira brasileira distinta em características e performance, adequando-se ao gosto e às necessidades do consumidor brasileiro.
Após os testes em Portugal, os veículos retornaram ao Brasil, onde foram integrados à frota da imprensa e posteriormente vendidos como veículos usados. A experiência única de cada Zafira, que teve seus primeiros quilômetros rodados em solo europeu, tornou-se parte de sua história antes mesmo de seus novos proprietários saberem de sua jornada especial.



