Detran do Rio de Janeiro lança Carteira de Identificação da Mãe Atípica

O Detran Rio de Janeiro lançou, nesta quarta-feira (4), a Carteira de Identificação da Mãe Atípica, que pode ser utilizada por mães, pais e responsáveis por pessoas com deficiência.

O documento visa facilitar a identificação desses cuidadores, contribuindo para o exercício do direito ao atendimento prioritário em diversos serviços.

A iniciativa surgiu de uma proposta da Alerj e tem como objetivo apoiar os responsáveis que, muitas vezes, precisam agir rapidamente quando estão longe de seus filhos.

Carteira de Identificação da Mãe Atípica

Objetivo da Carteira de Identificação

O Detran do Rio de Janeiro lançou a Carteira de Identificação da Mãe Atípica, um documento que visa facilitar a identificação de mães, pais e responsáveis por crianças com deficiência. A finalidade principal deste documento é assegurar o direito ao atendimento prioritário a esses cuidadores, mesmo quando não estiverem acompanhados de seus filhos.

A iniciativa surgiu como uma necessidade identificada por cuidadores que enfrentam desafios diários relacionados à regulação do comportamento de suas crianças. A policial militar Katiane Marinho Ferreira, mãe de uma criança autista, destacou a importância da carteira, explicando que a nova medida pode ajudar a reduzir a pressão psicológica enfrentada por essas mães em situações cotidianas.

Como solicitar a Carteira

A solicitação da Carteira de Identificação da Mãe Atípica é gratuita e pode ser feita pelo Detran-RJ Digital, disponível no site ou aplicativo do departamento. O documento pode ser emitido tanto na versão física quanto digital e é disponibilizado em um prazo de até cinco dias úteis após o pedido.

Para solicitar a carteira, é necessário que a pessoa tenha uma carteira de identidade emitida há menos de dez anos, forneça o CPF e comprove o vínculo com a criança que possui deficiência, que deve ter também a sua própria carteira de identidade e cartão PCD emitidos pelo Detran-RJ. A Carteira de Identificação da Mãe Atípica foi desenvolvida em parceria com a Secretaria de Estado da Mulher e Políticas Inclusivas e é considerada uma medida pioneira, podendo servir de modelo para outras regiões do país.

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