A Comissão de Viação e Transportes da Câmara dos Deputados aprovou um projeto de lei que isenta motoristas de veículos de emergência da taxa de renovação da Carteira Nacional de Habilitação (CNH).
O projeto, relatado pelo deputado Zé Trovão, beneficia motoristas que atuam em ambulâncias, viaturas policiais e veículos de fiscalização a serviço da administração pública.
A isenção é parte de uma proposta mais ampla que visa valorizar a função desses profissionais, diferenciando-a de um benefício pessoal.

Detalhes da proposta aprovada
A Comissão de Viação e Transportes da Câmara dos Deputados aprovou um projeto de lei que prevê a isenção da taxa da carteira de habilitação (CNH) para motoristas de veículos de urgência que atuam a serviço da administração pública. Essa iniciativa beneficiará profissionais que dirigem ambulâncias, viaturas policiais e veículos de fiscalização e operação de trânsito, entre outros, enquanto estiverem desempenhando funções para o poder público.
A proposta é uma versão do Projeto de Lei 942/23 e foi relatada pelo deputado Zé Trovão (PL-SC). Em sua justificativa, o relator enfatizou que a isenção não deve ser interpretada como um benefício pessoal, mas sim como uma forma de valorização funcional desses profissionais essenciais.
Impacto da isenção nos profissionais
O projeto altera o Código de Trânsito Brasileiro para viabilizar o benefício da isenção da taxa da carteira de habilitação. Contudo, o relator decidiu não incluir a gratuidade para os exames médicos e psicológicos exigidos para a obtenção e renovação da CNH, argumentando que não se pode obrigar os profissionais de saúde a realizarem esses exames de forma gratuita.
Esta medida é um importante reconhecimento ao trabalho dos motoristas que atuam em situações de emergência, proporcionando uma redução de custos significativos para esses profissionais que prestam serviços cruciais à sociedade.
Próximos passos legislativos
A proposta ainda passará por análise nas comissões de Finanças e Tributação, assim como na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para que essa proposta se torne lei, será necessária a aprovação tanto na Câmara dos Deputados quanto no Senado. A tramitação do projeto poderá ser acompanhada por meio da plataforma oficial da Câmara.



