Omoda 4 híbrido será rival de T

O Omoda 4 híbrido tem lançamento previsto no Brasil para o início do segundo semestre de 2027, entre julho e agosto. A marca confirmou a janela durante o Chery International User Summit, em Wuhu, na China.

Com as medidas do modelo divulgadas, o Omoda 4 foi posicionado como SUV compacto, e não como veículo de entrada. Entre os concorrentes citados estão Volkswagen T-Cross, Hyundai Creta, Honda HR-V e Nissan Kicks.

O lançamento brasileiro será inicialmente com motorização híbrida a gasolina, sem opção flex. Segundo fontes ouvidas na apuração, o desenvolvimento de uma configuração que também aceite etanol já começou.

Omoda 4 híbrido

As informações apresentadas sobre o Omoda 4 abrangem o conjunto mecânico, o porte e a faixa de preço estimada. Também foram observados o espaço interno e os equipamentos do veículo exposto na China.

Lançamento, posicionamento e conjunto híbrido

O Omoda 4 ficará abaixo do Omoda 5 na gama da marca. Para um segmento de menor porte, a fabricante prepara também o futuro Omoda 2, que deverá ocupar uma faixa de entrada.

O sistema híbrido pleno (HEV) do Omoda 4 é o mesmo usado no Omoda 5 e no Jaecoo 5. Ele combina um motor 1.5 turbo a gasolina de 135 cv e outro elétrico de 204 cv; juntos, entregam 224 cv e 30,1 kgfm de torque. A bateria tem capacidade de 1,83 kWh.

Na China, o consumo médio homologado do conjunto é de 19,2 km/l. Como o SUV é menor e mais leve que os modelos que compartilham essa motorização, a Omoda poderá adotar uma calibração específica, com potência inferior, mas esse ajuste ainda não foi confirmado.

Dimensões, preço estimado e interior do Omoda 4

Com 4,42 m de comprimento, 1,86 m de largura e 1,58 m de altura, o SUV tem entre-eixos de 2,70 m. O porta-malas, por outro lado, comporta 346 litros.

A expectativa é de pelo menos duas versões híbridas, com possibilidade de uma terceira caso a opção elétrica de 210 cv também seja oferecida no Brasil. A faixa estimada para as configurações híbridas vai de R$ 150 mil a R$ 170 mil.

Apesar dos 2,70 m entre os eixos, a avaliação do espaço traseiro indica acomodação apenas satisfatória: adultos com mais de 1,80 m podem ter dificuldade para viajar no banco de trás. O acabamento das portas traseiras é inferior ao das dianteiras, enquanto o padrão geral foi considerado um pouco acima do segmento.

Na cabine dianteira, as portas têm revestimento em plástico emborrachado, mas o painel usa material de superfície dura. O quadro de instrumentos digital é estreito, e a central multimídia vertical lembra a do Jaecoo 5; no veículo apresentado, a tela do quadro estava apagada. Entre os itens vistos estavam faróis de LED com acendimento automático, banco do motorista com ajustes elétricos, câmeras 360 graus, ar-condicionado digital comandado pela tela, teto solar panorâmico e abertura elétrica do porta-malas.

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